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Importância da Diferenciação Pedagógica na Formação

April 27, 2018

 

Atualmente, a realidade da formação já não se resume ao cumprimento legislativo do Código do Trabalho. As empresas já a percecionam como a grande aposta na valorização dos seus colaboradores, e os colaboradores já não é veem como uma obrigação, mas como uma forma de melhorar as suas competências. No entanto não basta falarmos de formação, da sua importância e da sua continuidade, é necessário perceber a formação como um veículo de conhecimento ajustado a cada formando, porque todos os formandos apresentam características diferentes, próprias da sua individualidade. Cada formando tem diferentes capacidades cognitivas, estilos de aprendizagem, fatores socioeconómicos e familiares diferentes, ritmos de aprendizagem e confiança na sua capacidade própria de aprendizagem e ainda influências culturais. A conceção e design de uma formação talhada para o sucesso a deve ter também em conta dificuldades de generalização, estratégias de resolução de problemas, auto monitorização e autoeficácia.

 

A diferenciação é essencial, pois os estilos de aprendizagem são únicos da pessoa, assim como a sua forma de apropriação do saber, e definem as competências mais fortes e menos fortes do formando respeitando os diferentes estilos e ritmos de cada um. É necessário ajustar as situações pedagógicas às características do formando através do reconhecimento deste como pessoa, com interesses, necessidades, experiências e dificuldades individuais. 

 

Uma das técnicas a utilizar passa por negociar o tempo e as atividades da formação, sendo que para isso é fundamental uma comunicação clara dos objetivos pedagógicos, identificar as dificuldades e um planeamento de excelência. O planeamento e a comunicação são dois fatores chaves de sucesso na aquisição de conhecimentos.

 

Outro fator a ter em conta é o tipo de inteligências a considerar. Como seres únicos que são, cada formando pode apresentar um tipo de inteligência mais dominante, mas consoante a necessidade todos utilizam o tipo de inteligência que se adequará mais à problemática ou questão do momento. Assim sendo há que ter em consideração os seguintes tipos de inteligência: Verbal/Linguística, Lógica/Matemática, Visual/Espacial, Corporal/Cinestésica, Musical, Interpessoal, Intrapessoal, Naturalista.

 

O formador deve trabalhar os seus tipos de inteligência de forma sistemática para assim desenvolver a sua eficácia e eficiência continuamente.

 

 

 

Sandra Raminhos

Partner

TalentShip - Human Capital Experience

 

 

 

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