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A Experiência do Capital Humano

March 2, 2018

Muito é dito sobre o capital humano hoje em dia; funções e empreendimentos foram construídos em torno deste tópico. No entanto, o que é o capital humano, o que poderia ser e o que é que uma organização devia querer que fosse?

O Capital Humano, conforme descrito no Business Dictionary, é, «num contexto organizacional, o valor colectivo do capital intelectual da organização (competências, conhecimento e habilidades). Este capital é a fonte constantemente renovável da organização de criatividade e inovação (e transmite-lhe a capacidade de mudança), mas não é reflectido nas suas demonstrações financeiras.»

Portanto, podemos assumir que, essencialmente, o capital humano é a riqueza intelectual de uma organização.

 

Esta riqueza, que é detida na capacidade dos colaboradores desempenharem a sua função em condições óptimas, pode apenas ser considerada uma realidade se existir um ambiente organizacional que promova e estimule o crescimento das suas competências, do seu conhecimento e das suas habilidades.

Ao longo dos últimos anos, o que é esperado de um colaborador (ou do nosso capital humano, se preferirmos), mudou exponencialmente. Um colaborador tem de ser muito mais ‘capaz’ do que era há 5 anos, por exemplo. A transformação digital, empurrou o capital humano para o interior de uma dimensão completamente nova e, como sempre, o mais forte é que sobrevive!

 

Há alguns anos, esperávamos que um colaborador fosse um perito técnico, um especialista na sua área e socialmente apto a relacionar-se com os seus colegas.  A experiência do capital humano podia ser simplesmente visto como a formação e o desenvolvimento dos nossos colaboradores, assegurando assim que fossem colmatados gaps e necessidades e, portanto, sustentando a riqueza intelectual da organização – mantendo-o no limiar. Esse desenvolvimento assumia diversas formas: formação em sala, formação on-the-job, coaching executivo, vários tipos de avaliações, rotação de função (de uma forma local ou internacional), etc.

 Actualmente, espera-se que o capital humano seja muito mais do que isso. Espera-se que seja a riqueza intelectual das nossas organizações no verdadeiro sentido da palavra, no qual as competências, o conhecimento e as habilidades dos nossos colaboradores também estão espelhados nos resultados financeiros da empresa.

 

  A experiência do capital humano devia ser visto pelas organizações como um processo com um resultado mesurável.  Esta sempre foi uma questão sensível. Até podemos querer desenvolver os nossos colaboradores e contribuir para o seu crescimento, mas não queremos que isso seja na verdade reflectido de forma financeira.  Por outras palavras, o investimento valeu ou não a pena? Se as organizações quiserem manter a sua sustentabilidade, então esta atitude, esta percepção, necessita de se tornar uma realidade. Por exemplo: eu, como organização, decidi investir no meu colaborador ao patrocinar a sua participação numa Pós-Graduação e, aproximadamente 6 meses após o seu término, tenho uma ferramenta que me vai dizer se e até que ponto o meu investimento valeu a pena. A realidade nua e crua! Desconfortável talvez, mas necessária, especialmente se vamos fazer da experiência do capital humano uma necessidade continuada e desejada nas nossas organizações.

 

Se desejamos continuar a acreditar que vale a pena investir em meios que ajudam os nossos colaboradores a crescerem e a enriquecerem-se no mundo actual de ritmo acelerado, para o benefício da organização, assim como para do indivíduo, então também temos que investir em ferramentas que medem aquilo no qual estamos a investir. Os nossos colaboradores necessitam de acreditar que os estamos a desenvolver porque vão ser mais competentes, ter mais conhecimento e ser mais hábeis. Caso não, então perdem as duas partes na equação, sendo que o resultado desejado é de ganho.

 

Procure investir numa experiência de capital humano que tem um início, meio e fim contínuo. Deverá ser claro para o grupo alvo que a experiência de capital humano vale o tempo e investimento pessoal deles. Dessa forma, tanto a organização como o indivíduo têm uma visão clara do retorno no seu investimento (dinheiro, tempo e esforço).

 

 

 

 

 

Maria Uurbanus

Business Partner

TalentShip - Human Capital Experience

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