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"Quem tem medo do lobo mau?" Uma metáfora do futuro

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Tornou-se inevitável falarmos do futuro. Tão inevitável que todos, uns mais, outros menos, mencionamos o tema quase como que, se não o fizessemos, pressupusesse não estarmos “na moda”, ou que não possuímos visão. Andamos até um pouco histriónicos com filosofias Niilistas da inevitabilidade. Mas se falar, evocar o inevitável é sinónimo de que lemos sensatamente a tendência futura para a vida digitalizada, também é sinónimo de receio, ansiedade, diria até de medo.

 

Muitos gestores, lideres, gurus, argumentam a realidade da próxima revolução industrial como sendo a inevitabilidade de perda de postos de trabalho, da substituição humana pela inteligência artificial (Elon Musk coloca até a hipótese de risco da existência da Humanidade), ao ponto de que por todo o lado reconhecemos a fobia que se está a tornar para as organizações pensar nela. Embora estas emoções sejam perfeitamente válidas perante o desconhecido, ou pelo menos parte dele, cabe-nos desmistificar um pouco as coisas para bem do nosso raciocínio.

 

A história mostra-nos que todas as mudanças foram de alguma forma muito pouco pacíficas, mas também que muitas delas induziram formas evolutivas de estarmos no mundo, sejam elas sociais, culturais ou profissionais. Que revelaram a capacidade que a Humanidade tem de se reinventar, adaptando-se às novas realidades e circunstâncias.

 

Não podemos negar que a tecnologia já nos mudou em muitos aspectos e que irá continuar a fazê-lo, temos sim, é que observar com clareza e repensar as nossas organizações e a Gestão de Recursos Humanos colocando um olhar mais holístico no todo. Não vamos deixar de ser pessoas, de ter emoções, de desejar ser saudáveis, estáveis e evolutivos. Vamos sim, aprender a respirar e acalmar o medo do desconhecido e deixar-nos consumir pela serenidade para alcançar a visão necessária ao ajuste futuro.

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