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Desafios dos gestores de recursos humanos nos tempos atuais

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No dia-a-dia das nossas empresas os responsáveis de RH são confrontados com inúmeros desafios rumo as constantes mudanças. Motivar os colaboradores para novas práticas de aprendizagem e desenvolvimento, de forma a reforçar o contrato, informal e emocional, chamado psicológico, não é tarefa fácil.

 

Gerir a mudança é um dos papeis mais desafiadores dos responsáveis de RH, uma vez que toda mudança gera um certo desconforto e a saída da zona de conforto dos colaboradores. Mas nem tudo é mal, uma vez que sair da zona de conforto possibilita uma maior visão, novas oportunidades, quebrar regras que já são obsoletas e consequentemente um maior crescimento. Para tal, uma boa comunicação interna e o envolvimento das chefias são importantes fatores para que a transição corra bem.

 

O desenvolvimento do capital humano é também outro desafio de grande importância, uma vez que mudar requer alinhamento e novas competências capazes de potenciar a performance dos colaboradores, fortalecendo a organização. Aprendizagem não é apenas aquisição de conhecimento/informações, mas a produção de valor para a empresa. As organizações aprendentes são aliciantes uma vez que são estruturas mais ágeis e flexíveis que permitem aos seus colaboradores enfrentar desafios constantes e evoluírem como pessoas e profissionais, mas requer colaboradores motivados, com foco em resultados e que sejam proactivos na busca do seu próprio desenvolvimento, não esperando que sejam sempre os seus superiores a proporem seu desenvolvimento. Como podemos conseguir isso, adaptando o programa de Avaliação de Competências para Gestão de Competências, em que deixa de avaliar para trás e passe gerir para frente.


Outro fator desafiante para os recursos humanos é a cultura organizacional, as pessoas são “moldadas” pelo ambiente e vivências, no estilo ou estilos de liderança predominantes, na forma como se comunica e interage com os outros. Ainda há quem não acredite que a cultura exerce influência sobre os colaboradores, para tal, ter uma cultura forte e interiorizada pelos colaboradores é mais um passo para o sucesso da organização. Para que a cultura seja o motor impulsionador da motivação dos colaboradores e da performance da organização, deverá ser bem definida, apoiada em valores culturais consistentes vertidas em consequentes competências transversais, com uma liderança voltada para o envolvimento e desenvolvimento, de proximidade, de transparência e de exemplo e uma comunicação interna clara, forte e transversal à toda a organização.

 

Para se manter competitiva as organizações têm que inovar e superar as expectativas dos seus clientes, buscar novos conhecimentos para então transformá-los em ações estratégicas, bem como, deixar de ser gestores de pessoas para serem verdadeiros líderes. Mas para liderar, não basta dominar técnicas de liderança e conhecer o negócio da organização é preciso desenvolver amplitude de pensamento no sentido de envolver e desenvolver pessoas na direção dos bons resultados, alinhando metas pessoas as organizacionais.

 

 

 

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